sábado, 28 de maio de 2016

Carvão bom pro seu churrasco (com sugestão de marcas)


 Este é um artigo que eu estava para fazer já tem um tempinho mas fiquei enrolando, embora seja simples e tenha um objetivo igualmente simples: indicar marcas boas de carvão e ajudar o seu churrasco.

Outro objetivo deste artigo é ajudar o Facínora, complementando uma publicação do seu projeto paralelo, o Bolonha Club, que vai tratar destes e outros assuntos úteis na vida de um homem. Claro que tem mulheres que fazem churrasco, mas praticamente todo homem assa (ou acha que assa) uma carne na brasa.

Mas então, o churrasquinho, algo relativamente simples de fazer e que oferece o seu intrínseco clima agradável (cervejinha, resenha etc.), é sempre uma da opções masculinas para cozinhar, visto que é muito difícil ficar muito ruim e não precisa de muito capricho. Entretanto, entre não ficar ruim e ficar bom, existe um mundo de diferença. E uma das coisas que fazem a diferença é o carvão.

Peça indispensável no churrasco, evidentemente, o carvão tem que ter três características, na minha opinião, para ser considerado bom: durabilidade, potência (para gerar calor) e estar seco.

Durabilidade é importante pois o carvão tem que atingir uma certa temperatura sem virar cinzas. Há quem diga que o fogo já tem que ser aceso uma hora antes de colocar a carne de boi. Imagina você desperdiçando aquela picanha caríssima num fogo rola cansada? Você pode até colocar mais carvão para compensar, mas vai ter que esperar ele pegar também. Sem contar que pode entupir a churrasqueira.

A potência, para mim, tem que ser forte. Carvão bom é aquele que você coloca a mão perto da altura da grelha e sente a sua mão queimando em 1 segundo. Claro que daí a atenção é redobrada para não queimar os bagulhos, especialmente o danado do pão de alho. Outra coisa a observar é a quantidade de carvão que você deverá meter na churrasqueira é menor do que o carvão genérico comum ou ruim. Se colocar muito, fica impraticável de mexer na parada, a não der que você tenha luvas de amianto ou algo do tipo.

a questão de estar seco pode parecer óbvia, mesmo porque não creio (embora também não duvidaria) que alguém venderia carvão úmido. Porém, vale a pena observar onde você guarda o material ou onde ele é oferecido pra sua venda. Ele tem que ser estocado de modo a impedi-lo de absorver umidade e tal. Carvão molhado é uma desgraça. Difícil para acender e mais difícil ainda de esquentar. A não ser que você for doente mental como o Facínora, que conseguiu acender churrasqueira com carvão literalmente encharcado, você vai querer manter este combustível, seja ele de qualquer marca, em um lugar que o mantenha seco.

Pois bem, agora vamos ao que interessa: as marcas de carvão.

Santa Branca



O Santa Branca é a minha marca preferida. Fácil de pegar fogo, produz muito calor e dura bastante. Encontro ela em BH vendendo em farmácias da rede Araújo e no Mercado Distrital do Cruzeiro. É bem provável que venda em outros lugares também, pois muita gente também reconhece sua qualidade.

Carvão Tropical


Este carvão apareceu lá na casa da minha avó. Não sei quem comprou, nem onde, mas achei este carvão de qualidade como o Santa Branca. Eu acho que ele não é de Minas Gerais. Se o saco ainda estiver lá, vou averiguar e atualizo aqui.

Carvão Mandabrasa


Mesma coisa do Tropical. Também apareceu por lá e achei de boa também. A vantagem da foto acima é que já tem até o telefone caso você queira comprar etc.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Bäcker [Pilsen]

A Bäcker estava com um preço razoável outro dia e resolvi dar uma chance para esta nacional.

Antigamente, eu achava ela podrera, mas ouvi falar bem da marca e quis ver de koé.

Curti. Bem boa. Refrescante e com sabor acentuado, contrastando bastante com as porcarias da Ambev que eles vendem no país.

Acho que vale a pena experimentar os outros tipos de cerveja da Bäcker também, como a lager.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Pilsner Urquell [Pilsen Tcheca]

Pilsner Urquell, como o próprio título desta publicação diz, é uma cerveja pilsen da República Tcheca.

Experimentei ela pela primeira vez já há alguns anos, e é uma das melhores importadas que já tomei.

Ela tem o sabor refrescante de uma lager, sem o amargor nem o ranço das pilsens nacionais e não é tão cara.

É o tipo de cerveja que você toma uma ou duas garrafas e fica de boa, se souber apreciar uma boa bebida.

Totalmente recomendada.

La Flor [Vinho]

La Flor é uma marca de vinhos argentina que eu comprei segundo recomendação, um pra mim e outro pro meu pai, e ambos  foram muito bem recebidos.

O preço pode ser um pouco salgado, lembro que a minha garrafa (essa da foto) foi uns 55 conto e a do meu pai quase 100 pilas, na época. Mas pelo menos esse cabernet sauvignon eu recomendo.

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Wäls Stadj Jever [Cerveja]

A Stadj Jever da Wäls é uma lager premium da cervejaria.

Não tenho muito o que falar sobre esta cerveja, a não ser que ela é bastante cara para uma cerveja nacional que tem gosto cítrico, parecido com capim limão como todas da Wäls que eu já experimentei.

Posso estar errado quanto ao fato de que se coloca capim limão para disfarçar a não tão boa qualidade da cerveja, mas estou certo ao dizer que enquanto esse governo maluco continuar taxando e dificultando a entrada de bebidas importadas, pelos motivos imbecis que sejam, tornando-as muito mais caras do que deviam ser, o consumidor brasileiro vai continuar sendo prejudicado e a indústria nacional vai continuar sendo medíocre. Eu sei que o governo prejudica o produtor brasileiro também por uma série de razões, mas esse protecionismo não faz sentido.

Não me entenda mal, a cerveja não é ruim, mas pelo preço você compra alguma lager tcheca como a 1795 que é muito superior e não tem esse sabor cítrico subliminar. E não me importo se tal cerveja ganhou prêmio não sei de quem não sei das quantas. Não gosto de capim limão na minha cerva. Mesmo se eu gostasse, simplesmente não vale a pena o preço.

Clique na figura abaixo para ampliá-la.

domingo, 3 de agosto de 2014

Thikará [Sakê]

Comprei esse sakê para acompanhar a
Uma receita de frango a passarinho japonês (tori no tatsuta-age) e estava em um preço razoável.

Porém, achei ele com um sabor um tanto quanto cítrico, o que acaba enjoando (como acontece com as cervejas da Wals). Tomei metade da garrafa e deixei o resto na geladeira.

Curiosamente, no dia seguinte, achei o sakê bom. Mas bebi sem comer nada. Imagino se ele é bom mas não para acompanhar frango frito mas sim para beber puro.

Lembrando que eu não sou nem um especialista em sakê (também), então, se eu tiver falando besteira, sintam-se livres para me censurar.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

ACME [Cerveja IPA]

Indian Pale Ale, ou IPA, é um tipo de cerveja que vem garantindo um sólido espaço dentro do mercado de cervejas especiais brasileiro. 

Uma cerveja encorpada, com sabor forte mas ao mesmo tempo ser pesada, esta marca ACME, californiana, é uma das novas que eu vi no supermercado. 

Muito boa mesmo. Cerveja que te satisfaz rapidamente, apesar de não ser muito barata, por causa do dinheiro roubado via impostos pelo governo.

Clique nas fotos para amplia-las:

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